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6 Boas Práticas de Gestão Financeira Empresarial

180625 VAL 03 blogpost 1x1 GAO que preciso fazer para que minha empresa tenha saúde financeira estabilizada e crescimento sustentável? Essa é a pergunta que todo gestor se faz, periodicamente. E existem algumas respostas para ela. Conheça agora seis boas práticas de gestão financeira empresarial.

1. Elaborar planejamento financeiro

A primeira boa prática de gestão financeira para que a empresa seja sustentável no longo prazo é elaborar o planejamento financeiro da companhia. Trata-se de um processo constante que visa identificar oportunidades de investimento para expansão da empresa.

Devem fazer parte do planejamento financeiro itens como orçamento de gastos, cronograma e índices de viabilidade. Saiba um pouco mais sobre cada item:

 

  • Orçamento de gastos:

O orçamento de gastos ajuda o empresário a manter os custos ajustados aos seus objetivos. Ao analisar os gastos passados e fazer uma projeção dos gastos futuros, o empresário consegue planejar melhor seus investimentos.

Para que o orçamento seja eficiente, o empresário precisa calcular os custos das mercadorias (e quantas mercadorias serão produzidas em determinado período), expectativas de inflação e despesas fixas e variáveis.

É importante também considerar os planos de expansão. Se a empresa espera vender mais no mês que vem, então possivelmente haverá um aumento de gastos.

  • Cronograma

É preciso que a empresa conte com um cronograma operacional, identificando em que momento há aumento ou queda nas vendas, aumento ou diminuição de gastos, e momentos mais oportunos para investimentos ou mesmo downsizing.

  • Índices de viabilidade

O fluxo de caixa é extremamente importante para qualquer empresa, mas não deve ser a única ferramenta do planejamento. É preciso também calcular o valor do dinheiro. E, para isso, existe o VPL (Valor Presente Líquido).

O VPL determina o valor presente de pagamentos futuros, descontados a uma taxa de juros apropriada, subtraindo o custo do investimento inicial.

Outra ferramenta importante é a TIR (taxa interna de retorno). Ela demonstra o rendimento de um projeto de investimento. Por fim, não se esqueça de deixar claro no seu planejamento o período de retorno do investimento (payback).

2. Criar controle rigoroso de fluxo de caixa diário

Um rígido controle do fluxo de caixa também é importante para evitar dificuldades financeiras. Esse controle deve ser feito diariamente, de forma técnica e cuidadosa.

As entradas e saídas devem ser classificadas em contas específicas, para que o gestor possa identificar mais facilmente as áreas mais rentáveis ou as que estão causando prejuízo.

As movimentações precisam ser categorizadas em “atividades operacionais”, “atividades de investimento” e “atividades de financiamento”. Não deixe também de fazer a conciliação bancária ao final do expediente, a fim de identificar possíveis falhas no controle diário.

Por fim, use o fluxo de caixa passado para fazer uma projeção do fluxo de caixa futuro. Essa previsão deve se estender no mínimo até o último dia útil do ano seguinte.

3. Calcular o nível de disponibilidade

Outra boa prática é controlar o nível de disponibilidade da empresa, ou seja, identificar qual é o volume adequado de recursos líquidos em conta corrente ou em fundos de alta liquidez.

Se houver insuficiência de saldo, a empresa corre o risco de precisar recorrer a empréstimos muito caros ou vender algum ativo emergencialmente, a preços inferiores ao desejado, para cobrir o buraco no caixa.

Por outro lado, se o volume em caixa estiver muito elevado, a empresa arca com custos de oportunidades, já que esses recursos poderiam ser utilizados na operação da própria companhia ou mesmo em investimos bancários.

Para saber como anda a liquidez de sua empresa, divida o ativo circulante (dinheiro em caixa e estoques) pelo passivo (pagamentos a fornecedores, salários, empréstimos, contas de energia, aluguel, etc).  Se o resultado for maior do que 1, a empresa possui boa liquidez.

Lembre-se, entretanto, de que esse é apenas um dos critérios. É preciso levar em conta ainda a natureza da empresa e sua área de atuação, antes de emitir um diagnóstico.

4. Estabelecer fontes adequadas de financiamento

Muitas empresas recorrem às fontes de financiamento mais práticas quando precisam de recursos extras. Dentre essas fontes estão, por exemplo, empréstimos bancários de curto prazo e descontos de duplicatas.

Essa prática se chama “pecking order”, e leva a companhia a perder rentabilidade e posição de mercado. Evite esse comportamento. Estabeleça critérios para escolher quais fontes de financiamento usar, de acordo com a finalidade dos recursos.

O melhor financiamento não é aquele obtido mais rapidamente, mas sim aquele de menor custo e com maior prazo de amortização.

5. Acompanhar resultados

Mais do que uma boa prática, essa é uma regra básica. O gestor precisa monitorar de perto os resultados de cada projeto de investimento, de cada unidade de negócio (loja) e de cada contrato de prestação de serviço e compra de produtos.

Essa é a melhor forma de identificar quais atividades ou unidades mais contribuem para o crescimento da empresa, e quais podem estar se comportando como ralos de dinheiro.

Existem alguns métodos para identificar se uma loja, por exemplo, está obtendo o lucro proporcional ao investimento realizado. Uma fórmula bastante usada é a de dividir o lucro líquido pela receita total, e multiplicar o valor por 100.

O resultado precisa ser sempre maior que zero, mas não deixe de compará-lo com a média de lucratividade dos seus concorrentes. Isso vale também para contratos com clientes, tipos de produtos de uma fábrica e muito mais.

6. Cuidar da estrutura de capital

A estrutura de capital é a proporção de capital de terceiros (empréstimos e dívidas) em relação ao capital total da empresa (capital de terceiros + capital próprio).

O público leigo geralmente acredita que o melhor para a empresa é manter o menor nível de endividamento possível, mas isso nem sempre é verdade.

O uso de recursos emprestados é positivo desde que seja usado em projetos de investimento e oportunidades futuras de expansão. Esses projetos precisam contar com estudos bem feitos sobre viabilidade financeira, cronograma bem elaborado e estimativas precisas de recebimento de valores.

É fundamental ainda um controle rigoroso do fluxo de caixa. As empresas devem dar preferência ao uso de fontes de financiamento com taxas subsidiadas pelo governo, tais como linhas do BNDES, PROGER e fundos constitucionais de financiamento.

Seguindo essas seis boas práticas de gestão financeira empresarial, sua empresa conseguirá manter uma ótima saúde financeira. Essa, entretanto, não é uma tarefa fácil.

A gestão financeira empresarial precisa ser realizada por profissionais especializados, que estejam exclusivamente focados nessa atividade. Por isso, o ideal é que a companhia conte com o apoio de uma empresa especializada em gestão financeira. Conheça agora mesmo as vantagens dessa parceria.

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